Chapas de drywall resistentes à umidade têm componentes hidrofugantes apropriados

ChapasUma das partes mais difíceis de se definir em uma obra ou reforma é a escolha do material mais adequado para cada ambiente. Áreas como cozinhas, banheiros, lavanderias e tetos de varandas, por exemplo, são sujeitas à umidade e por isso exigem alguns cuidados especiais. De acordo com a Norma ABNT NBR 15758:2009 (Sistemas construtivos em chapas de gesso para Drywall – Projeto e procedimentos executivos para montagem), para áreas úmidas, a recomendação é o uso das chapas de drywall Resistentes à Umidade (RU), também conhecidas como chapas verdes. Mas nem sempre isso acontece.

O engenheiro civil Omair Zorzi, gerente técnico da fabricante de drywall Knauf do Brasil, explica que a especificação do tipo de chapa deve levar em consideração as condições de exposição a que a mesma estará submetida e o desempenho requerido do sistema e seus componentes.

“No caso de ambientes sujeitos à umidade por tempo limitado e de forma intermitente como banheiros, cozinhas, áreas de serviço, etc., deverão ser utilizadas chapas verdes do tipo RU, que possuem em sua composição química componentes hidrofugantes, que lhes conferem uma maior resistência à umidade”, diz Zorzi, ressaltando que “a chapa verde não é à prova d’água”, por isso não deve ser usada em tetos ou forros de piscinas ou saunas, já que a umidade é constante.

De acordo com ele, todas as áreas úmidas, independente do sistema construtivo, devem ser impermeabilizadas. No entanto, nem sempre a chapa RU é utilizada. “Muitos usam as chapas de drywall standard (ST) com impermeabilizante, o que não está em conformidade com a norma de desempenho 15758. Essa escolha pode trazer vários problemas. Se a pessoa passa o impermeabilizante no banheiro e fura a parede para colocar um espelho, por exemplo, acaba comprometendo a impermeabilização”, explica o gerente técnico.

Outro cuidado que se deve ter é com paredes que, mesmo não sendo em áreas úmidas, irão receber acabamentos cerâmicos assentados com argamassas colantes. “Para esse tipo de revestimento, é preciso utilizar as chapas verdes, pois a argamassa colante é misturada com água. Quando colocada sobre a chapa ST, esta absorve a água fazendo com que os azulejos se soltem da parede”, adverte Zorzi. “Por isso, é importante saber a correta aplicação dos produtos de acordo com as características de cada ambiente”, completa.

Chapas da Knauf para radioproteção recebem homologação da CNEN

A Knauf do Brasil, multinacional alemã referência mundial em sistemas de construção a seco (drywall), acaba de receber o certificado de homologação do Instituto de Radioproteção e Dosimetria (IRD) da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN) para as chapas Knauf Safeboard.

Sua eficácia na blindagem de radiações ionizantes originadas por equipamentos de Raios X de baixa intensidade ficou comprovada após a realização de testes no IRD em 2013. “Com estes resultados, as chapas Safeboard obtiveram homologação para sua utilização em projetos de blindagem radiológica de baixa intensidade em substituição ao chumbo”, afirma Luiz Augusto Barreto, Coordenador de Projetos Especiais da Knauf.

Algumas das principais vantagens das chapas Knauf Safeboard, além da proteção econômica contra radiação X de baixa intensidade sem utilização de chapas de chumbo, são sua praticidade, leveza, facilidade de instalação e agilidade na montagem de paredes, revestimentos e tetos drywall. Além disso, são mais amigáveis ecologicamente em relação ao chumbo, pois são recicláveis.

Os sistemas de blindagem radiológica baseados nas chapas Knauf Safeboard são indicados para áreas de diagnóstico por Raios X e terapia por radiação de baixa intensidade, como salas de radiologia em hospitais, clínicas e consultórios médicos e odontológicos.

O site da Knauf disponibiliza o recurso da Tabela dinâmica Safeboard, que calcula a espessura e a quantidade de chapas Safeboard que deverão ser utilizadas no lugar das placas de chumbo.| Knauf